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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Um dia desses


Quando não espera o dia chegar e nem passar, não procura confusão, toma cuidado com tudo, lava as mãos com sabonetes especiais, toma chá, cerveja, banho, jeito, remédio digestivo, uma lavada, escutas musicas antigas e fica longe e perto de tudo. Assim foi o dia do fim do recesso, ele tinha que acabar e acabou, depois de remoer até o osso felizmente ele chegou ao fim. Tinha cinco moedas nas mãos, quatro douradas e uma prata, olho pra elas e fico pensando, para que elas foram usadas? Mas Hoje elas estão comigo e isso é único, eu, as moedas e o dia que não passa ou também pode não ter nada demais. Não dá mais pra voltar para este pequeno recesso, acordei não sentindo nada, as coisas devem ser assim de certa forma vazias, nada é tão grandioso, tão exuberante, tão sincero, divino, digno, ético, construtivo, desinteressado, maldoso, inspirador, mágico, pré-definido, especial, memorável ou até deplorável. AS coisas acabam, pessoas morrem e a gente esquece, mas antes de sermos atingidos por alguma doença ou bomba genética vamos aproveitando, coisas acontecem pessoas não... Encontros e desencontros, mas as cinco moedas são minhas, pelo menos agora ou até próximo vendedor de chicletes.

Um comentário:

  1. Adorei! Só não concordo que as coisas são "vazias", bem pelo contrário. Mas adorei teu texto... tua cara!

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